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16
Maio/2011
"Quando uma mulher se liberta, ela liberta todas as outras" (Dalton Sala)
Postado por: Sandra Midori Kuwahara Sasaki Categoria: Blog

Em toda a nossa vida nos deparamos com situações de escolha, e uma delas geralmente nos leva a decidir entre um caminho mais fácil e seguro, e um outro caminho difícil e desconhecido. Até nas pequenas coisas, por exemplo: será que coloco esta blusa que combina com esta calça e que minha amiga  elogiou dizendo que fico bem? Ou será que coloco este vestido novo, que ninguém viu, mas que me deixa confortável e condiz com meu estado de espirito? Pois é... sempre corremos o risco de sermos criticados pelo mundo, mesmo nas pequenas coisas. Mas e quando as escolhas são maiores? A mudança para um outro país, um divórcio, a troca de emprego? Aí sim, a insegurança vem à tona. 

Aprender a seguir a voz do coração, da intuição, da alma, pode ser um novo caminho. Um dia, em um momento muito difícil da minha vida, meu amigo Dalton Sala reconfortou-me com a frase que coloquei no titulo desta postagem: “Sandra, a impressão que eu tenho é que quando uma mulher se liberta, ela liberta todas as outras”. Estas palavras fizeram um sentido muito grande, e ressoaram na minha alma de forma libertadora. A imagem que se formou, foi como quando jogamos uma pedrinha no lago e seu impacto forma ondas que ressoam por toda parte, transformando e levando esta energia para outros lugares. Sim Dalton, você estava certo. Sinto que minha experiência de libertação continua ressoando no coração de outras pessoas. Que bom que você estava certo. Que bom que te ouvi.

Lembrei de outra frase, agora do Gandhi: “Nós devemos ser a transformação que queremos ver no mundo”. Sim, não é fácil libertar-se. Libertar-se muitas vezes significa deixar muitas coisas para trás... coisas que amamos, que dependemos, que dependem de nós. É uma tarefa difícil, complicada e por vezes, destruidora. Mas a destruição pode trazer benefícios. Destruir velhas estruturas são importantes para uma grande reforma interior.  Que tal experimentarmos com pequenas coisas? Arrumar um armário e ver o que serve e o que não serve mais? Desapegar-se de coisas que estão ocupando um espaço importante e dar lugar ao novo?

Jean Shinoda Bolen, uma psiquiatra junguiana que vive nos EUA, em seu livro “O milionésimo circulo” incentiva a realização de círculos de mulheres, a fim de conversarmos sobre o feminino na atualidade. Um feminino muitas vezes esquecido, abandonado, reprimido. Um feminino transformador. Vamos experimentar?

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